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Mostrando postagens com o rótulo Genealogia da Família Floriani

Floriani na Argentina em 1895

O Censo realizado na Argentina em 1895 é uma importante fonte de informação para a pesquisa genealógica da família Floriani e de muitos outros imigrantes estrangeiros que estavam no país naquela época. Nombre Fecha de nacimiento Lugar de nacimiento Lugar de residencia Domingo Floriani 1837 Italy Chaco, Argentina Bautista Floriani 1840 Udine, Italy Buenos Aires, Argentina Dominga Floriani 1844 Austria Chaco, Argentina Luis Floriani 1856 Italy Catamarca, Argentina Pedro Floriani 1860 Italy Capital Federal, Argentina Juan Floriani 1861 Italy Mendoza, Argentina Catalina Floriani 1863 Austria San Luis, Argentina Virjilio Floriani 1863 Italy Capital Federal, Argentina Sisto Floriani 1865 Italy Buenos Aires, Argentina Luis Floriani 1868 Austria San ...

Tirolês: meu Tataravo Pietro Floriani não era Italiano!

Eu nunca escutei meu avô dizer que era italiano. E realmente, ele não era, nem meu tataravô Pietro Floriani havia sido italiano. Quando os Floriani, Rafaeli, Paternolli e Sandri emigraram para o Brasil em 1878, partiram da região conhecida como Sub-Tirol, pertencente a Áustria. A unificação italiana não havia incluído o Tirol meridional, os italianos desistiram de conquistar a região em 1866 depois que Giuseppe Garibaldi foi derrotado pelos sìzzeri na batalha de Bezzeca, e se tornou parte da Itália somente em 1918 após o final da Primeira Guerra Mundial . Por isto não se deve dizer que nossos antepassados eram italianos, nem que fizeram parte de uma imigração italiana, pois eram Tirolezes, Austríacos!  A cidade de Rovereto, de onde partiram  Floriani para o Sul do Brasil. Wälschtirol identifica o Tirol onde se fala italiano e ladino ( fonte ) Na parte ao norte do Tirol (Nordtirol) se falava principalmente alemão, e no Südtirol se falava oficialmente o itali...

Texto de Convite do Encontro Nacional da Família Floriani, em 2008

Escrevi este artigo em julho de 2008 para divulga a festa. Naquele momento havia percebido a importância do tema para reunir pessoas diferentes em torno de algo comum, a família. Tenho convicção que os motivos de outrora continua bem atuais. Encontro Nacional da Família Floriani   Cresci achando que a família Floriani era pequena. E muitos acreditam que a história da família interessa somente aos mais velhos, simples relatos de dificuldades que os Italianos passaram ao chegar em Santa Catarina a partir de 1870. Mas na história da família se revelam conquistas e fracassos, repletas de heróis de verdade, dos quais podemos nos orgulhar, uma trajetória rica em lições e razões para amar. Infelizmente, é fato que muitos não sabem quem foi seu bisnono(a), ou pensam que de Floriani tem apenas o nome. Isto começou a mudar quando inúmeros descendentes trentinos buscaram a cidadania Italiana, devido a corrida atrás de documentos de ancestrais. A facilidade de comunicação ...

Visita à Floriani do Vale do Itajaí, Santa Catarina

No mês de julho de 2014 estivemos no Vale do Itajaí, em Santa Catarina para visitar alguns Florianis muito especiais. Passamos por Rio do Sul para ver Jordina Rita Floriani, em Jaraguá do Sul para encontrar com Paulo Floriani e, em Blumenau, para ver minha prima Cléia Floriani. Encontramos Jordina e Osvaldo às voltas com os preparativos para viajar à Itália, e como não podia deixar de ser, uma visita especial na cidade de Villa Agnedo , na Valsugana . Em Rio do Sul os traços da cultura Italiana são fortes na arquitetura, nos beirais dos telhados de casas e da cúpula da igreja, que lembra o campanário de estilo romano-gótico típoicos do norte da Itália (confira fotos que fizemos em Strigno e Moena , no norte da Itália). Foi muito bom também poder se encontrar com o Sr. Mário Floriani, na foto a seguir, três gerações de Floriani descendentes de Pietro Floriani. Nélio Floriani, Guilherme Floriani, Mário Floriani e Jordina Rita Floriani Em Jaraguá do Sul fomos recebidos por Pau...

Floriani descendentes de Franz Xaver Imhof

O site da Família Imhof é inspirador, lá encontrei mais dados genealógicos sobre as família Floriani, Rafaeli e Werner, que se estabeleceram em Lages no início do século XX. Especialmente na região de Cadeados, zona rural que fica a 15 km da cidade de Lages, no Estado de Santa Catarina, onde fixaram raízes junto aos Gomes e Xavier que já estavam na região. Estão listados com pequenas divergências os dados de Alvina Maria Rafaeli, que foi casada com Mário Floriani (irmão de meu avô Lauro Floriani). E como não encontrei em nossa árvore o João Baptista Rafaeli, casado com Maria Alaíde Gomes Floriani, então acho que vale a pena publicar. Região de Cadeados, na propriedade rural de Pedro Floriani Werner, família que possui o pesque-pague mais famoso da da Serra Catarinense, em dezembro de 2013 A seguir, os dados disponíveis no site dos Imhof: Alvina Maria Rafaeli (Maria Catharina Werner, Madalena Imhof, Franz Xaver) nasceu em 23 agosto 1911 em Lages, SC, Brasil. Ela faleceu e...

Floriani com registro na Hospedaria de Imigrantes São Paulo

Hospedaria de Imigrantes guarda registro de Floriani que desembarcaram em São Paulo entre 1899 e 1922, e mantiveram o fluxo de imigração da familia Floriani para o Brasil durante o século XX .

Familia Compagnoni Floriani, 500 anos de história em Macerata

Fiquei muito contente ao encontrar o site do Archivio Compagnoni Floriani di Villamagna , que guarda valiosa memória da família Floriani desde o ano 1545, quando nasceu o General Pompeo Floriani (1545-1600), Engenheiro Militar que lutou na Tunísia e em Lepanto, cuja vitória, impediu o avanço turco no Mediterrâneo e principiou o declínio do Império Otomano. Batalha Naval de Lepanto, 1571.

Floriani em dose tripla!

Em nossa árvore genealógica temos 2522 pessoas, mas Carolina Pitz Floriani, que nasceu em 27 de novembro de 2008, representa um desafio para quem faz o estudo genealógico de nossa família. Carolina é Floriani por parte de pai: filha de Fábio Floriani, que descende de Rogério, de Mário Floriani, de Alfonso Floriani, de Pietro Floriani, de Giovanni Maria Floriani (que vieram de Villa Agnedo ). Carolina também é Floriani por parte da mãe Mirelli Pitz, que descende de João Pitz Primo, de Armando Pitz (e Rozalina Schumacker), de Carolina Floriani (e Firmino Pitz), de Luiggi Floriani (e Margarida Orler), de Giovanni Batista Floriani (e Teresa Paternolli), de Antonio Floriani (e Maddalena Sandri), que também vieram de Villa Agnedo.  Mas Carolina também é Floriani uma vez mais, pois sua avó Maria Jeruza Pitz também descende de Luiggi Floriani (e Margarida Orler). Veja na imagem abaixo que a Carolina, filha de Mirelli, descende de Maria Jeruza Pitz (e João Pitz Primo), de Sebasti...

Associar contatos e evitar duplicidade na árvore genealógica.

Para termos uma boa árvore genealógica precisamos identificar corretamente nossos familiares. Uma das falhas mais comuns é a mesma pessoa ser incluida duas vezes na árvore genealógica. Isto torna-se mais frequente com o crescimento do número de familiares na árvore, em nosso caso, já somos mais de 2500 pessoas, e quase 140 inscritos alteram dados, incluem parentes, e são responsáveis pelo resultado deste incessante trabalho. 

Floriani mortos na Primeira Guerra Mundial

A Primeira Guerrra Mundial (1914-1919) fica ainda mais cruel e absurda quando se descobre o sofrimento dos Floriani na região de Villa Agnedo. Giuseppe Floriani, em pé, nesta recordação da Mobilização militar em 1914.  Quando estive na região da Valsugana passamos por muitos monumentos em memória dos soldados mortos durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial.  Ao ver as fotos das cidades da

Tio Duca, Pedro Floriani.

Em 31 de agosto nos deixou Pedro Floriani, Tio Duca. Nascido em 12 de Julho de 1925, com 88 anos era o ultimo representante dos irmão do meu avô, filhos de Alfonso Floriani e Teodolinda Rafaeli. Foi casado com Tia Dedé, Dolores Lehmkuhl, na foto em 06 de outubro de 2010.  Esta triste notícia não vem sozinha,  Tio Duca nos deixa 25 dias depois de perder Tia Dedé, que havia falecido no dia o5 de agosto de 2013. Como bem disse Jordina Rita Floriani, a dor da separação foi forte demais.  Tio Duca com meu pai Nélio Floriani, em 02 de abril de 2008, quando o encontramos na capina na faixa da margem da Rodovia. Trabalho que muitos não acham que deva ser feito quando se tem mais de 80 anos. Entre erros e acertos naturais de uma longa vida, é sempre de se orgulhar de uma família formada por pessoas como esta, sempre um exemplo a ser seguido. Desde que saí de Lages/SC, quase todos os anos dei um jeito de passar lá na comunidade de Cadeados, terra onde também nasc...

500 anos de história do sobrenome Floriani em Ivano Fracena, Trento.

Em Ivano Fracena há um importante ramo da Familia Floriani. De acordo com estudo Ivano Fracena: Notizie Storiche , de Ferrucio Romana (2002), o registro do nome Floriani inicia há quase 500 anos: Em 1531 o sobrenome Floriani aparece encontra no “Urbario” - Movimento capitale della Chiesa Espositurale e Capitello di Ivano. O registro paroquial de batizados inicia em 13 de março de 1587. Antes não eram registrados os batizados. De 1587 a 1599 foram batizados com o sobre nome Floriani (Furiani; Furiano) em Fracena 12 crianças; De 1600 a 1620 foram batizados com o sobrenome Floriani (Fioriani; Furiani; Furian; Fiorianni; Floriano): 29 nascidos em Fracena; Em 1783  se registra a posse de uma área de terra nova para plantio (recem desmatada), terreno zappativo ripido, di pertiche 167, em nome de Batta Floriani; Em 1876 dom Gio Batta Lenzi compilo em Ivano Fracena 106 familias. Floriani era composta por 2 famílias. Uma delas era de Battistini Floriani. Em 1909 existiam 87 ...

Destruição e Dor na Primeira Grande Guerra

Castello Tesino em agosto de 1915 (Arquivo de Ecomuseu Valsugana ) O dramático e doloroso conflito entre a Itália e o Império Austro-Húngaro no início do século XX marcou a história da fam í lia Floriani que permaneceu na Itália . A Primeira Guerra Mundial foi um conflito internacional sem precedentes, e afetou duramente os Floriani e familiares no fronte estabelecido na terra onde viviam.

Lilia Floriani - Prati ved. Staudacher

Edmundo Rodríguez Prati   fez uma bela homenagem à sua prima Lilia. Lilia Floriani é neta que tem custodia da memória do pintor Eugenio Prati , "incantatora e squisita donna chi avviamo conosciuto cuando dimorava sola al fiero Castel Ivano propietá dalla famiglia Staudacher".  De acordo com Edmundo Prati, na parede o quadro "Serate d'inverno nel Trentino", a menina é a mãe da própria Lilia, Raffaela Prati, ao centro entre as tias Isabella e Luigia na inauguração ao monumento a seu pai Eugenio. Para saber mais e entrar em contato com Edmundo, que vive no Uruguai, veja esta e demais fotos .

De Genova para Argentina, Estados Unidos e Brasil entre 1894 e 1940

Do porto de Genova partiram grande número de imigrantes italianos em penosa viagem para o Brasil . Por isso é muito interessante o trabalho do Centro Internazionale Studi Emigrazione italiana (CISEI).  Os dados disponívies

Imigrantes Floriani no Vapor Poitou em 1876

No dia 05 de agosto de 1876 o Vapor Poitou partiu do porto de Genova, em Nápolis, sob o comando do Capitão Ragoulz, com destino ao Rio da Prata. De acordo com o regsitro de passageiros disponível no Arquivo Nacional , os seguintes membros da familia Floriani estavão à bordo: Giuseppe Floriani, 48 anos, casado; Domenica Tiso, 40 anos; Giuseppe Floriani, 18 anos. Giovanni Battista Floriani, 12 anos; Maria Floriani, 5 anos.     Giuseppe Floriani e Domenica Tiso são imigrantes da pequena cidade de Villa Agnedo , localizada na Valsugana, região Trentina, no norte da Itália. E hoje formam importante ramo da família Floriani no Brasil. Saiba mais sobre o navio Vapor Poitou e sobre  Desembarques da Familia Floriani no Brasil

Floriani imigrantes no Vapor Ville-de-Bahia em 1877

Em 2 de dezembro de 1877 o Vapor Ville-de-Bahia partiu do porto de Havre, na França,  com o Capitão Bugault, e chegaram ao Rio de Janeiro em 28 de dezembro de 1877. Dentre os Tripulantes estavam:

Desembarques da Familia Floriani no Brasil

Listas de desembarque de imigrantes são valiosa fonte de informação para o estudo genealógico de famílias Italianas em Santa Catarina, e fundamental para se desvendar a história da Família Floriani que imigrou para o Brasil no final do século XIX Uma fonte desta valiosa informação está no Arquivo Nacional, que disponibiliza Relação de Passageiros que passaram pelo porto do Rio de Janeiro. Com o nome do navio e data de chegada ao Brasil bastou ir ao site do Arquivo Nacional para encontrar a lista de passageiros. Veja a lista de Floriani nas seguintes travessias: Imigrantes no Vapor Poitou em 1876 Imigrantes do Vapor Ville-de-Bahia em 1877 A referência para encontrar Floriani nestas listas encontrei no blog de Telmo Tomio , que fez a T ranscrição de Nomes constantes em Listas de Passageiros Imigrantes - Italianos. Neste estudo, ele compilou dados de um total de 821 listas de desembarque de passageiros e imigrantes entre 1875 a 1878. Já são mais de 30...

Villa Agnedo, terra de meus antepassados Floriani, Sandri, Rafaeli e Paternoli.

Parecia inacreditável quando finalmente chegamos na terra de onde partiram meus antepassados em 1875. Diversas famílias italianas em dificuldade naquela dura época deixaram tudo para trás e foram para o Brasil, muitos Floriani, Sandri, Rafaeli e Paternoli partiram de Villa Agnedo, localizada no Valsugana, um vale formado pelo rio Brenta, que nasce em trento e corre em direção à Veneza. Quando estivemos na região a paisagem começava a ficar mais verde e florida. E com uma certa paixão daria para achar que Agnedo lembraria um pouco algumas cidades do interior de Santa Catarina. As cidades italianas como Agnedo são muito pequenas mesmo, cercadas de alguma área verde, pequenas áreas de pastagens, de pomares de maçã ou parreiras. E em algum ponto se tocam com outra cidade, uma conurbação desavergonhada.  Não se vê mansões, tão pouco uma moradia ruim. Todas a casas são boas, todas as ruas com asfalto (sem remendos), casas pintadas, muito verde, antigas construções com pedra...

Cemitério de Agnedo

O Cemitério de Villa Agnedo chama atenção pelo monumento aos caduti, mortos na Primeira e Segunda Grande Guerra. Na foto a seguir, se vê o monu mento com o Monte Lefre ao fundo. Cemitério é sinônimo de dor, de assombramento. E no Brasil, não deixa de ser um local de encontro de parentes, que só vemos no dia de feriado de Cinzas. Mas o mais comum é que se ache graça de quem vai à Itália e gasta um tempão em um cemitério. De fato, há um certo encantamento e encontrar numa terra distante alguns nomes familiares, nem que seja em uma lápide.  O Cemitério de Villa Agnedo fica na rua principal, à caminho de Strigno, então parece que é uma parada obrigatória para os visitantes brasileiros. Enquanto tirava muitas fotos e lia rapidamente cada uma das lápides, me dei conta que repetia o que tantos outros visitantes que me precederam fizeram. Enquanto pisava na pedra brita e ouvia Franca falar, estava meio absorto, naquele local estavam os mais sólidos sinais de que a fa...