5 de setembro de 2017

Cidadania italiana não é pra qualquer um

Muitos sonham mas somente alguns conseguem a dupla cidadania. Por vezes, no mesmo processo burocrático encaminhado pelo Circolo Trentino para Roma, algumas pessoas conseguem a cidadania italiana, e outras não. A falta de transparência e impessoalidade na condução dos processos deprecia completamente este sistema, descredibiliza as instituições e colabora para o afastamento dos descendentes trentinos das atividades e entidades que os congregam.



Em 2008, quando dois processos foram iniciados pelos descendentes de Pietro Floriani, realizamos a primeira Festa da Família Floriani. Mais de 300 pessoas foram a Lages superando bastante a expectativa inicial. Quase 10 anos depois, foi realizada a terceira edição da festa, em Jaraguá do Sul/SC, e o público foi semelhante ao presente em Lages.

Certamente que em 2008 havia uma grande empolgação com a busca da cidadania italiana que deixou de existir. Imagino como poderia ter sido o encontro da família se tivéssemos avançado no reconhecimento da cidadania italiana.

As falhas na Itália são tamanhas, que somente um esquema de corrupção desmantelado este ano havia agilizado mais de 500 processos de dupla cidadania por \'jus sanguinis\' (Ver mais), no Brasil, nunca soube de instrumentos públicos de fiscalização deste sistema.

Embora se preveja modificações para o próximo ano, que promete baixar o tempo de espera de 10 para 6 anos (Veja o que mudou aqui), contudo, as inovações não alteram a forma inexplicável como os processos avançam de forma distinta entre membros da mesma família.

Veja mais em:
Descendentes de Pietro Floriani aguardam dupla cidadania

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