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Floriani na Resistência à Ditadura Militar

Dimas Floriani conta sua história e sua trajetória durante o período de luta pela democracia durante a Ditadura Militar no Brasil.

Passada as eleições de 2014 sugiram manifestações em apoio ao retorno da Ditadura Militar no Brasil, proposta esta que não pode passar ao largo de uma revisão da história, sobretudo dos aspectos sombrios e tenebrosos do golpe que abateu a democracia do Brasil. Muito oportuno rever este vídeo, de 2013, produzido pela Sociedade Direitos Humanos para a Paz - DHPAZ, no qual o Professor Dimas Floriani faz um depoimentos a sobre a Resistência à Ditadura Militar no Paraná.

Inicia sua apresentação com o relato da história dos imigrantes italianos na colônia de Rio dos Cedros, cidade localizada no Vale do Itajaí, no Estado de Santa Catarina.Conta a história de seu pai, um autodidata que criou 10 filhos, e dos caminhos que abriu aos filhos, na agricultura e nos livros. Dimas nos brinda com um riquíssimo relato, sobre a história da família a partir do qual se contextualiza a sua formação e experiências em sua trajetória na defesa da democracia, na critica à política e ao capitalismo e resistência à ditadura militar. Debates, prisões arbitrárias, tortura, clandestinidade, assassinatos.  Vale a pena conferir.



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No dia 05 de agosto de 1876 o Vapor Poitou partiu do porto de Genova, em Nápolis, sob o comando do Capitão Ragoulz, com destino ao Rio da Prata. De acordo com o regsitro de passageiros disponível no Arquivo Nacional , os seguintes membros da familia Floriani estavão à bordo: Giuseppe Floriani, 48 anos, casado; Domenica Tiso, 40 anos; Giuseppe Floriani, 18 anos. Giovanni Battista Floriani, 12 anos; Maria Floriani, 5 anos.     Giuseppe Floriani e Domenica Tiso são imigrantes da pequena cidade de Villa Agnedo , localizada na Valsugana, região Trentina, no norte da Itália. E hoje formam importante ramo da família Floriani no Brasil. Saiba mais sobre o navio Vapor Poitou e sobre  Desembarques da Familia Floriani no Brasil

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