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Mostrando postagens com o rótulo Floriani

Floriani é premiada por curta metragem na Europa

O curta metragem “Por tudo o que devemos parar”, produzido por Cintya Floriani, nos faz refletir sobre a dificuldade dos tempos atuais. Somos resultado da junção de povos exilados, fugidos ou raptados. Num mundo cada vez mais globalizado, para onde podemos fugir?  "Nós somos todos filhos e filhas do exílio. Meu Português, que é o seu Português, é também um exílio. Nossas famílias foram para o exílio, minha bisavó que teve filhos com um indígena e filho casou com africano, a filha casou com um exilado da Alemanha cuja filha casou com um exilado da Itália…" Cintya Floriani Hartmann nasceu em Cascavel, é jornalista, possui duas especializações (uma obtida na USP e outra em Madri, na Espanha), e atualmente é doutoranda na Universidade de Lisboa. É uma expert quando o assunto é idas e vindas, possui nacionalidades brasileira e espanhola e, recentemente fez o caminho inverso, voltou à Europa e buscou exílio em Portugal, na península Ibérica. Como diz: "Después volvimos a la pe...

Texto de Convite do Encontro Nacional da Família Floriani, em 2008

Escrevi este artigo em julho de 2008 para divulga a festa. Naquele momento havia percebido a importância do tema para reunir pessoas diferentes em torno de algo comum, a família. Tenho convicção que os motivos de outrora continua bem atuais. Encontro Nacional da Família Floriani   Cresci achando que a família Floriani era pequena. E muitos acreditam que a história da família interessa somente aos mais velhos, simples relatos de dificuldades que os Italianos passaram ao chegar em Santa Catarina a partir de 1870. Mas na história da família se revelam conquistas e fracassos, repletas de heróis de verdade, dos quais podemos nos orgulhar, uma trajetória rica em lições e razões para amar. Infelizmente, é fato que muitos não sabem quem foi seu bisnono(a), ou pensam que de Floriani tem apenas o nome. Isto começou a mudar quando inúmeros descendentes trentinos buscaram a cidadania Italiana, devido a corrida atrás de documentos de ancestrais. A facilidade de comunicação ...

Por que a Família Floriani emigrou da Itália para o Brasil?

A miséria e a fome são comumente apontadas como motivo para a imigração italiana no século XIX. Mas porque havia miséria em uma região tão próspera? Antes de abordar as razões específicas de cada núcleo familiar, é importante levantar o contexto da imigração dos nossos antepassados. No caso dos imigrantes italianos Floriani que vieram da região Trentina e do Vêneto, presume-se que a fome e a miséria foram causadas pela crise agrícola causada por pragas e doenças que dizimaram a produção de seda, uva e batata.  Contudo, o que pouca gente fala é que a crise social foi causada principalmente pela disputa territorial entre a Itália e a Áustria que permaneceram em guerra, principalmente entre 1849 e 1866. Cerca de 1870 a Itália havia conquistado a Lombardia e o Vêneto sob comando de Giuzeppe Garibaldi, que também tentou tomar o Tirol. Anos antes, Giuseppe havia participado da Guerra dos Farrapos que tentou desmembrar a região sul do Brasil, na Itália lutou pela unificação do reino ita...

Macarrão Floriani

Olha só essa marca ! Com este no me, s ó pode ser muito bom! Ainda não provei, pois aqui em Brasília encontramos para vender. No site do Moinho Arapongas tem várias receitas . J á provou?

Brasão da Família Floriani

  Familia Floriani t em um brasão. Este brasão acima está disponível no site do  Instituto Padre Pozzo . Interessantíssimo trabalho feito por Jucely Lottin. É difícil dizer o que significa ter um brasão da família. D e origem medieval, sabe-se lá quando foi inventado. Pode ser apenas um emblema sem maior importância, desde a ascenção da burguezia no século XIX. M as de alguma forma este símbolo de características heraldicas torna-se uma peça que instiga a curiosidade, pode ser uma pista para se conhecer a história da familia, pode ajudar a explicar nossa genealogia, ou quem sabe, nos dizer algo sobre as crenças e cultura de nossos antepassados mais distantes.   Este brasão guarda semelhanças com o trazido da Itália por Floriani residentes em Condórdia/SC.  Segundo   Antonio Carlos Floriani (querido Tonho), eles receberam de presente quando visitaram Vicenza, no Veneto (IT), de onde emigrou Luiggi Beniamino Floriani em 1912.

Floriani cuida da Arca de Noé da Embrapa

O pesquisador da Embrapa Alexandre Floriani é o capataz da arca de noé brasileira. Ele é pesquisador da Emprapa e é o responsável pelo banco de germoplasma animal, onde são conservados recursos genéticos valiosos ( ex sito ), são 'raças que se encontram no Brasil desde a época da colonização, adquiriram características de adaptabilidade ao longo dos séculos e hoje estão ameaçadas de extinção', disse à revista Veja, em 2014.  E m uma fazenda experimental localizada à 35 km de Brasília, a Embrapa mantém indivíduos de diversas raças, inclusive do gado franqueiro  Lageana, guampudo de enroscar nas porteiras.  Uma boa matéria no Globo Rural,  veja aqui . Pesquisadores da Embrapa. Alexandre Floriani, à direita (Fonte: Embrapa).

E ele Partiu, Crônica de José Valdir Floriani

'E ele Partiu' é um belo texto atribuído a José Valdir Floriani, que teria sido escrito em Rio do Sul/SC, em 1964, saboreio a passagem como em "voos rasteiros de colibri, que pousando aqui e ali, vai beijando as flores de todos os assuntos humanos, envolto nas asas do vento, batendo suas asas pelo emaranhado da vida": E ele Partiu "Donato partiu. A crônica saborosa brindada como sobremesa após um bom almoço, ora desopilava o fígado, ora nos arrancava lágrimas, ora nos fazia meditar na mesquinhez ou grandeza humana, ora nos divertia, ora nos fazia chorar… Mas as coisas são assim. Um parte… deixa sempre um vazio que procuramos preencher de qualquer maneira, principalmente quando um amigo nos abandona. E, Donato Ramos, resolveu também partir. - Felicidade, Donato… Volte, viu? O Donato é um tipo de personalidade que parece indefinida e, no entanto, após um breve contato toma contornos, e define-se como se debrua claramente o monte aos beijos de sol primaveril. De n...

Floriani descendentes de Franz Xaver Imhof

O site da Família Imhof é inspirador, lá encontrei mais dados genealógicos sobre as família Floriani, Rafaeli e Werner, que se estabeleceram em Lages no início do século XX. Especialmente na região de Cadeados, zona rural que fica a 15 km da cidade de Lages, no Estado de Santa Catarina, onde fixaram raízes junto aos Gomes e Xavier que já estavam na região. Estão listados com pequenas divergências os dados de Alvina Maria Rafaeli, que foi casada com Mário Floriani (irmão de meu avô Lauro Floriani). E como não encontrei em nossa árvore o João Baptista Rafaeli, casado com Maria Alaíde Gomes Floriani, então acho que vale a pena publicar. Região de Cadeados, na propriedade rural de Pedro Floriani Werner, família que possui o pesque-pague mais famoso da da Serra Catarinense, em dezembro de 2013 A seguir, os dados disponíveis no site dos Imhof: Alvina Maria Rafaeli (Maria Catharina Werner, Madalena Imhof, Franz Xaver) nasceu em 23 agosto 1911 em Lages, SC, Brasil. Ela faleceu e...

45 anos da morte do poeta Giacomo Floriani

Há 45 anos morreu na Itália Giacomo Floriani, montanhista e socialista, é considerado o maior poeta em dialeto benacense.  Considerado um patrimônio da cidade de Riva, como um homem que em toda a sua vida vivenciou os valores que defendia - do irredentismo que o levou a atravessar a fronteira para se alistar no exército italiano, a um tipo de censura severa contra qualquer compromisso com sua consciência.  Um poeta que teve a capacidade de transmitir o encanto das pequenas coisas de um mundo permanentemente removidos pelo chamado progresso, utilizando a linguagem do povo, e tornou-se um paradigma do dialeto local. Os principais momentos da vida de Giacomo Floriani estão na Cronologia disponível no site do  Istituto Tecnico Economico e Tecnológico "Giacomo Floriani ".    S ocialista e Irridentista Giacomo  Floriani , nasceu em 20 de janeiro de 1889 em Riva. Filho de Giacomo e Maria Maino, camponeses (os avós eram pastores...

Floriani com registro na Hospedaria de Imigrantes São Paulo

Hospedaria de Imigrantes guarda registro de Floriani que desembarcaram em São Paulo entre 1899 e 1922, e mantiveram o fluxo de imigração da familia Floriani para o Brasil durante o século XX .

Um Giro turístico nos Dolomites

No dia 05 de abril de 2012, Armando Floriani fez uma gentileza ímpar. Pegou seu carro e nos levou em um giro nos principais pontos turísticos da região. Cidades históricas, estações de esqui, lugares curiosos, e pelo caminho, a descrição das diferenças culturais de cada lugar. Não escapava detalhes arquitetônicos ou costumes que diferenciam as pequenas cidades.

Floriani Passeggiando em Moena, Trentino-Alto Adige/Südtirol, Itália

Estivemos em Moena, no dia 05 de abril de 2012, e ficamos encantados com a pequena cidade, onde se fala Ladino, da cultura madeireira aflora em todos os cantos e tudo o mais que nos faz sentir vontade de conhecer ainda mais o Tirol.  Moena fica na região Trentino-Alto Adige/Südtirol , Itália, e constitui um dos principais centros de esqui da Europa. É  uma cidade pequena, tem uns 2700 habitantes, fica no  Val di Fassa , e para nós, por sorte estava no caminho para Canazei.

Isabela Floriani conhece a neve em Passo Pordoi em Canazei

Foi muito legal conhecer Passo Pordoi, em Canazei, na região italiana Trentino-Alto Adige (SübTirol), fazer iso com Aline e Isabela foi ainda melhor. Em 05 de abril de 2012 nosso nobre anfitrião Armando Floriani nos levou para dar uma volta em alguns dos principais pontos turísticos da região.  

Drama de Lucrezia Floriani e o Príncipe Karol de Roswald

Em 1847 Lucrezia Floriani tinha 30 anos de idade, trabalhava como atriz e tinha quatro filhos, com três pais diferentes. Sua história poderia ganhar vida quando se apaixona pelo príncipe Karol de Roswald, um aristocrata mal-humorado e introspectivo.

Armando Floriani, anfitrião da familia em Villa Agnedo, Trento.

Quando estivemos em Villa Agnedo (Trento), em 2012 fomos recebidos por Armando Floriani, conhecido no Brasil como o principal anfitrião dos Floriani na Itália. Se você disser para alguém que deseja visitar a região trentina ou que deseja encontrar algum parente na Itália, facilmente Armando Floriani será o primeiro a ser lembrado. Não o conhecia antes de ir à Itália em 2012, apenas falei rapidamente por telefone uns dias antes da viagem. E não tive escapatória, todos que já passaram pela região disseram para falar com ele. Estavam certos. Isto se deve ao fato de ter recebido com atenção todos os Floriani que passaram por Villa Agnedo. Se alguém esteve lá e não encontrou Armando, pode ter sido por falta de o procurar. Foi muitíssimo generoso conosco e é muito difícil recompensá-lo. E pode ter certeza, não há pacote turístico que proporcione a mesma experiência. Ser recebido e acompanhado em um país estrangeiro por alguém que nos quer bem torna a viagem muitíssimo espec...

Fiera di Primiero e Transacqua

Ao avistar um maciço rochoso não restava dúvidas, eram os Dolomites, havíamos chegado em Primieiro. Era 02 de abril de 2012, e ainda não sabíamos o que tínhamos para conhecer, mas muita coisa legal devia ser. Da pequena rodoviária seguimos a pé em companhia de uma senhora muitíssimo simpática, que conhecia o Brasil e falava ou um pouco de português, ou falava Italiano calmamente de forma que conseguíssemos entender, além de uma ótima conversa, recebemos a indicação do caminho para encontrar o hotel. Atravessamos uma ponte de madeira daquelas que em Santa Catarina só restam história. Do outro lado do Rio passamos por algum comércio fechado, pouca gente na rua, a sensação de que era domingo. Chegamos o Hotel e os atendentes não compreendiam português, não faziam questão de falar em Italiano, muito mesmos em tentar compreender o pouco do nosso italiano. Descobrimos que éramos os únicos hóspedes. O inverno foi embora mais cedo e junto com ele a neve, sumiram os t...